Biografia

Escombros, Joclécio Azevedo 2015. ©Susana Neves/TNSJ

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Joclécio Azevedo

Brasil, 1969. Vive e trabalha no Porto desde 1990. Os seus trabalhos atravessam diferentes disciplinas artísticas. Dedica-se mais intensamente à criação coreográfica a partir de 1999. Participa regularmente em projectos de criação e investigação ligados à coreografia, dramaturgia e performance, desenvolvendo trabalhos individualmente ou em colaboração com outros artistas. Participou como intérprete em projectos de José Caldas, João Paulo Seara Cardoso, Roberto Merino, José Wallenstein, Companhia Gioco Vita, Isabel Barros, Né Barros, Ana Figueira, Joana Providência, Pedro Carvalho, André Guedes, Simone Forti, Gary Stevens, Ronit Ziv, Jean-Marc Heim, Peter Bebjak/Juraj Korec, Tino Seghal, Joshua Sofaer, Isabelle Schad e Miguel Pereira. De 1997 a 1999 dirigiu e programou o “Perspectivas – Festival de Teatro e Dança de Vila do Conde”. Em Junho de 2001 representou Portugal nos “Repérages – Reencontres Internationales de la Jeune Chorégraphie” em Lille, tendo integrado também a residência coreográfica resultante dos encontros e organizada pelo Danse à Lille/Sybel Ballet Teatre, na Tunísia. Foi co-criador no projecto “Seis Português”, a convite do Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura. Participou com os seus trabalhos na Plataforma de Dança Portuguesa Contemporânea “Mudanças 2002”, no Festival “Portugal” realizado no Treffpunkt Rotebuhlplatz em Stuttgart, na programação do AEROWAVES no The Place em Londres e no CAPITALS (Encontros Acarte/Fundação Calouste Gulbenkian/Lisboa – 2002/2003). Participou nas residências MUGATXOAN (Arteleku/San Sebastián, Fundação de Serralves/Porto) – 2002) e Colina 2003 (O espaço do tempo/Montemor-o-novo). Em 2004 apresentou o seu trabalho no Festival de La Bâtie em Genéve e estreou no Movimento4 (Evento organizado pelo The Hub, em Londres, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian) um novo trabalho com alunos do 3º ano do Laban Centre.
Desenvolveu diversas colaborações com o coreógrafo Suíço Jean-Marc Heim, todas estreadas no Arsenic, em Lausanne. Foi director artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica, no Porto, entre 2006 e 2011. Em 2012 colabora com Ana Borralho & João Galante, Vera Mantero e Rita Natálio na criação do evento “Sub-Reptício (corpo clandestino) no São Luiz Teatro Municipal em Lisboa. Apresentou-se enquanto performer e/ou coreógrafo em Portugal, França, Alemanha, Espanha, Bélgica, Suíça, Escócia, Inglaterra, Eslováquia, Índia, Roménia, Brasil e Polónia. É membro da direção plenária da GDA e do Conselho de Curadores da Fundação GDA desde 2010. Artista residente da Circular Associação Cultural a partir de 2012. Desde 2013, participa regularmente como formador no FAICC – Formação avançada em interpretação e criação coreográfica da Companhia Instável. Em 2016 trabalhou como assistente convidado no Curso de Especialização em Performance na FBAUP. Colabora, desde 2016, com o grupo Sintoma – Performance, Investigação e Experimentação, orientado por Rita Castro Neves e desenvolvido pelo i2ADS Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.


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Brasil, 1969. Vive no Porto desde 1990. Os seus trabalhos atravessam diferentes disciplinas artísticas, tendo-se dedicado mais intensamente à criação coreográfica a partir de 1999. Tem participado regularmente em projetos de criação e investigação, desenvolvendo colaborações e integrando residências artísticas em diversos contextos, dentro e fora do país. Foi diretor artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica entre 2006 e 2011. É membro da direção plenária da GDA e do Conselho de Curadores da Fundação GDA desde 2010. Artista residente da Circular Associação Cultural, a partir de 2012, tendo produzido neste contexto uma série de projetos individuais ou em colaboração com outros artistas (Cuidados Intensivos (2013), Inacabado (2013), Relações públicas (2017) ou Modos de Usar (2018), entre outros. Desde 2013, participa regularmente como formador no FAICC – Formação avançada em interpretação e criação coreográfica da Companhia Instável. Em 2016 trabalhou como assistente convidado no Curso de Especialização em Performance na FBAUP. Colabora, desde 2016, com o grupo Sintoma – Performance, Investigação e Experimentação, orientado por Rita Castro Neves e desenvolvido pelo i2ADS Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Foto: Escombros 2015. © Susana Neves