Uma peça encomendada, 2009, Joclécio Azevedo ©Susana Neves

Uma peça encomendada – 2009

“Uma peça encomendada” é um solo criado para para a 9ª edição do Circular – Festival de Artes performativas de Vila do Conde. O projecto nasceu da vontade de explorar as expectativas que antecedem a criação de uma performance e as especificidades do contexto de apresentação enquanto instrumentos para a criação de uma dramaturgia. A … Continue reading Uma peça encomendada – 2009

Inventário, 2007, Joclécio Azevedo ©Susana Neves

Inventário – 2007

Ao desenvolver um trabalho coreográfico interessa-me focar propostas de relação entre a partitura, o intérprete e o observador. Interessa-me explorar a tentativa de materialização do processo coreográfico, a sua constituição. O projecto Inventário explora processos de selecção e recolha de fragmentos, de pequenas formulações a propósito de uma existência cénica, transformando em “temática” aquilo que … Continue reading Inventário – 2007

Estratégias de colisão, 2006, Joclécio Azevedo ©Susana Neves

Estratégias de colisão – 2006

Solo criado para a primeira edição do Trama Festival de Artes Performativas. O vocabulário é composto por uma espécie de antologia de formas de progredir no tempo, utilizando a ideia de colisão como motor de ativação do processo coreográfico. Cada nova acção é utilizada como um ponto de partida, numa contínua procura de resolução, sempre … Continue reading Estratégias de colisão – 2006

Monsterpiece, 2002, Joclécio Azevedo ©Susana Neves

Monsterpiece – 2002

Em “Monsterpiece” diferentes processos de identificação e diferenciação são ensaiados colocando em confronto corpo e objeto, corpo e paisagem, linguagem falada e linguagem escrita. Cada elemento em cena dialoga com a identidade do objecto espetáculo, colocando em evidência não apenas aquilo que é mostrado enquanto material cénico, mas a forma como cada coisa é exposta … Continue reading Monsterpiece – 2002

Em resumo – 2004

Um corpo subjugado e domesticado pelos esquemas de produção da sua imagem. Um corpo resíduo de uma cultura tratada industrialmente, em feroz e contínua reprodução. Um corpo histórico, educado e submetido a rotinas. Um contentor hermeticamente selado e destinado ao transporte e comercialização. Um corpo sem manual de instruções. Um corpo codificado e coisificado pela … Continue reading Em resumo – 2004